sábado, 21 de setembro de 2013

Pessoa certa para o lugar certo? Este paradigma fazia sentido nos anos 70! Principalmente após a globalização e os avanços da ciência e tecnologia, o certo e o errado não fazem mais sentido. A visão de normal e anormal, certo e errado são heranças de um processo que privilegiava pontos de referência, modelos padrão a serem seguidos e conseqüentemente o reforço às discriminações. Esse modelo mecanicista, que prega um mundo divido e vê o ser humano por partes, não faz mais sentido. Não existe certo, existe diferente! Os povos são diferentes, as culturas diferentes, as religiões diferentes e as pessoas diferentes! Essas diferenças podem parecer adequadas ou não dependendo do momento, tempo, espaço, lugar. Assim, vestir-se com roupa de praia em um coquetel, não vai mostrar uma pessoa errada, mas um traje inadequado para aquele momento, espaço e lugar. Usando um exemplo no mundo corporativo, não se cumprimenta um oriental no oriente estendendo a mão, mesmo que você seja um ocidental! Você deverá se adequar ao tempo e espaço e, portanto ser adequado e não certo, até porque o “certo” na “sua cultura ocidental” é estender a mão para cumprimentar... Retomando este conceito para RH e mais especificamente em Search e Coaching, precisamos mudar este paradigma de “pessoa certa para o lugar certo” e sim “pessoas adequadas para determinados momentos e lugares”. Isso vai refletir a flexibilidade do ser humano, sua capacidade de adaptação e a maior das competências hoje necessária no mundo globalizado: a resiliência! Márcia Britto Sócia diretora da JOBLINE do Brasil

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